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PERGUNTAS FREQUENTES

Quais são as modalidades de financiamento imobiliário existentes hoje?

Existem dois principais sistemas de financiamento imobiliário, o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Eles servem para aquisição, construção, reforma, ampliação, produção de imóveis e compra de material de construção. 

A principal diferença entre o SFH e o SFI é que o primeiro estabelece algumas condições para o financiamento imobiliário, como limite no valor de avaliação do imóvel e taxa de juros, por exemplo.

Como funciona o Sistema Financeiro de Habitação (SFH)?

Um financiamento pelo SFH deve ter as seguintes características:

• O financiamento pode chegar no máximo a 80% do valor do imóvel; em alguns casos chegando até 90%, dependendo do banco e da apuração da capacidade financeira do proponente;

• O valor máximo de avaliação do imóvel não pode ultrapassar o preço de R$ 1,5 milhão (Banco Central);

• A parcela não pode comprometer mais do que 30% da renda bruta mensal do contratante;

• O prazo de quitação da dívida pode chegar a até 35 anos (420 meses);

• A compra deve ser feita exclusivamente por pessoa física;

• A base de recursos vem dos depósitos em caderneta de poupança e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS);

• O imóvel deve ser residencial e urbano.

Quais são os custos do financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH)?

Para a contratação, existem gastos com a avaliação do imóvel, emissão do contrato e, após a assinatura, imposto de transmissão (ITBI) e serviços cartorários para registro do contrato, podendo representar até 5% do valor do imóvel. 

Nos encargos mensais, constam a parcela (amortização e juros), a tarifa de administração e os dois seguros (um cobre morte ou invalidez permanente e o outro danos físicos no imóvel).

Qualquer pessoa pode fazer um financiamento imobiliário?

A princípio sim, mas é preciso preencher alguns critérios mínimos. Geralmente, as instituições financeiras avaliam se a renda do cliente é suficiente para pagar as prestações mensais e levam em consideração o comprometimento da renda com outras obrigações financeiras previamente assumidas, bem como as despesas necessárias para suprir o seu mínimo existencial.

Segundo o Banco Central, os bancos adotam como parâmetro o comprometimento de renda mensal máximo de 30%. 

Além desses critérios, os bancos podem fazer outras análises para conceder ou não o empréstimo.

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